O Prodigy apareceu no perÃodo de pico das raves ao ar livre britânicas. Era uma época que ainda não conhecia a fragmentação em diversos estilos nem a repressão pesada do governo e da polÃcia.
Mas o Prodigy nunca quis ficar preso a uma cena ou a uma época. Progressivamente, seu som foi incorporando influências de gêneros como rock e trash metal, enquanto a banda se esforçava em conquistar novos públicos.
O primeiro single do Prodigy, "What Evil Lurks" (91), saiu só em vinil e vendeu 7.000 cópias.
Com seu singles de 91, reunidos no primeiro disco: "The Prodigy Experience", o grupo ajudou a popularizar o uso de batidas de hip hop aceleradas, usadas no drum'n'bass.
Em 1996 a TV inglesa BBC recebeu uma enxurrada de telefonemas de pais alarmados, dizendo que Keith, no vÃdeo de "Firestarter", estava assustando seus filhos.
Nesse mesmo ano o Prodigy teve 11 singles nos 15 mais vendidos do Reino Unido. Os dois últimos, "Firestarter" e "Breathe", chegaram ao primeiro lugar.
Em julho de 1997 lançam o último álbum, "The Fat Of The Land" que definitivamente alavancou o grupo para a posição do melhor grupo de música eletrônica do mundo recebendo 3 prêmios no "Europe Music Awards" como: Melhor Clip Alternativo, Melhor Clip Dance e Melhor Clip do Ano. Além de outros prêmios recebidos pela Bilboard e MTV.
Foi definitivamente a consagração da banda, fazendo com que sua turnê fosse a mais desejada em vários países do mundo. Na Rússia por exemplo o Prodigy conseguiu reunir cerca de 200 mil pessoas que pularam ensandecidas ao som de Firestarter, Breathe e outras músicas.
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